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Regimento Interno

regimento interno

O que é um Regimento Interno?

Regimento interno é um conjunto de regras estabelecidas por um grupo para regulamentar o seu funcionamento. Podendo ser usado em diversas atividades, nos mais variados campos, seja do Poder Público, seja na iniciativa privada, tem uma importância bastante destacada nos tribunais. No nosso caso serve para estabelecer as diretrizes através dos anos, guiando nossos passos e evitando desvirtua nossa busca e nosso compromisso. É tal qual um código de conduta que norteia nossos passos em campo tão vasto e amplo que é a busca espiritualista.

 

Escola de Filosofia Espiritualista Raios do Amanhecer
Regimento Interno

Capítulo I

Objetivos

Art 1 – Ser o melhor possível todos os dias de nossas vidas:

a) Como cristãos;

b) Como filósofos;

c) Como iniciados;

d) Como companheiros;

e) Com mestres;

f) Como encarnados;

g) Como desencarnados;

h) Como Filhos de Deus;

i) Como Ser de Luz.

Nota: Uma pessoa deseja ser melhor possível por vários motivos:

1. Por necessidade própria: Quando sua consciência atingiu a visão de seus fracassos em alvos e aspirações.

2. Por seus amigos, irmãos ou familiares: Quando se conscientiza que faz sofrer a quem ama.

3. Pela perseguição: Quando sabe que deseja a paz.

4. Pela revelação: Quando descobre que Deus existe! Atinge a meta da fé e o objetivo é reconciliar-se com seu Criador.

5. Pela contemplação: Quando conhece a grandeza de todas as coisas e sente seu dever com o tudo.

Art 2 – Como a Escola ver o participante de acordo com os objetivos:

a) Necessidade de aprender as leis da doação e amor;

b) Necessidade de aprender as leis da atração cósmica;

c) Necessidade de aprender as leis do perdão;

d) Necessidade de aprender a lei religiosa;

e) Necessidade de aprender a lei da natureza;

Se por acaso o participante não se identifique nos cinco objetivos, deve-se enquadra-lo como carente das cinco necessidades citadas acima.

Art 3 – Os instrumentos para alcançar o objetivo.

Pela necessidade própria...................................... Caridade e cristianismo;

Pelos seus irmãos, amigos e familiares ................ Justiça e paz;

Pela perseguição .................................................. Reconciliação e amor;

Pela revelação ...................................................... Fé e trabalho;

Pela contemplação ............................................... Verdade e ciência;


Capítulo II

Atividades

Art 4 – A mesa de atendimentos ao público.

1. Triagem em forma de resgate espiritual e orientação de vida;

2. Consulta com os instrumentos da filosofia espiritualista;

a) Tarô (Livro de estudos herméticos).

b) Intuição mediúnica (espiritualismo).

c) Religiosidade (Oração e fé).

d) Esoterismo (Estudos da evolução natural do individuo).

Art 5 – O consulente.

1. Deve ter uma preparação nos instrumentos da consulta.

2. Participar das aulas de Consciência Cristã Filosófica Espiritualista e aulas de preparação nas matérias do curso de Alto Saber ou Ocultismo divino.

3. Ser cristão (conhecer os evangelhos e vivenciá-los).

4. Ter fé no Deus-Vivo (amar a Deus acima de todas as coisas).

5. Ter amor pela humanidade.

6. Ter sigilo e amizade pelo consultante.

7. Ter participado do Curso de Passes, Tarô, Religiosidade, Esoterismo e ter iniciação individual com o primeiro mentor.

8. Merecer a confiança do mentor espiritualista.

9. Ser consciente que é semelhante ao bombeiro diante de aflitos, médico diante da dor, sacerdote diante da descrença.

10. Respeito ao dia de seu trabalho.

a) Horário;

b) Não embriagar-se;

c) Não irar-se;

d) Não mentir;

e) Vestir-se com serenidade e bom senso para com o outro (não provocar insunuaçoes).

Art 6 – O código da palavra

a) Observação se o que vai ser dito ao consultante é em Bondade.

b) Observar se a cultura do que é dito, pode ser discernida pelo consultante.

c) Buscar a forma mais simples para dizer o que for.

Art 7– O código do silêncio.

a) Nunca revelar o mistério do consultante em ocasião que possa expor ao ridículo ou causar vergonha.

b) Diante de uma alma sem pudor ou cheia de zombaria “o silêncio é uma prece”.

c) Não consultar bêbados ou pessoa sem vestimentas dignas como shorts curtos, pessoas sem camisa, etc.

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Art 8 – O código do pensamento.

a) Estudar as linhas simbólicas do livro do Tarô com processo de comunicação espiritual sem manifestações individuais.

b) Ler os seguintes livros:

i. A Bíblia Sagrada;

ii. O Sermão da Montanha;

iii. O Baghava-Gita;

iv. O Livro dos Espíritos ou qualquer segmento do mesmo;

c) Refletir, meditar, orar antes de agir.

Art 9 – O código da escrita.

a) Nunca passar um tratamento que não esteja no código da palavra.

b) Usar salmos e leituras;

c) Passar tratamento de reuniões espiritualista, penitência de visitas a orfanatos, creches, etc. e caridade.

Nota: O participante ocupa na mesa o local e o trabalho do primeiro mentor e deve sempre procurá-lo quando o caso estiver além das condições do consulente.

Art 10 – O ambiente de trabalho.

a) A mesa com o Tarô, um caderno de anotações e livros de mensagens espiritualista.

b) As paredes e os móveis podem ter símbolos como retratos dos grandes mestres; pirâmide, cruz, mensagem de esperança e mensagens dicisplinares.

c) A pintura do quarto será de cor branca ou azul.


Capítulo III

Das Reuniões

A Escola terá duas reuniões:

a) Conscientização Cristã e Espírita:

a. Quinta-feira – 19:00 as 21:30 horas.

b) Filosofia espiritualista

a. Sábado – 19:00 as 21:30 horas.

Art 11 – Reunião de Consciência Cristã e Espírita.

a) Deverá ter na mesa o livro de presença dos participantes da mesa.

b) Ensino dos primeiros passos no interior da escola, possuir caráter educativo e tratamento espiritual.

c) Sua estrutura é de sala de aula.

d) A infra-estrutura

i. Mesa

ii. Bíblia

iii. Livro dos médiuns

iv. O evangelho

v. Cadeiras para o público

e) Recursos humanos

i. Os três mentores da escola ( religioso, espiritualista e filosófico);

ii. Religioso

iii. Espiritualista

iv. Coordenadora temporária de reunião (Responsável pela introdução ao tema)

v. Comentadores por semana (composto por iniciados)

vi. Orientador temporário (Participantes do público)

vii. Energizadores coletivos (Temporário).

viii. Platéia para quarenta e cinco pessoas.

f) Programação anual.

Janeiro - Quatro semanas sobre Sermão da Montanha.

Fevereiro |

Março | - Oito semanas sobre As parábolas de Jesus.

Abril |

Maio | - Oito semanas sobre As Cartas de Paulo de Tarso.

Junho |

Julho | - Oito semanas sobre O livro dos médiuns.

Agosto |

Setembro | - Oito semanas sobre O livro dos espíritos.

Outubro |

Novembro |

Dezembro | - Temas livres –semana de avaliação da Escola.

g) Programas semanal

i. 19:15 – Introdução ao tema e oração inicial.

ii. 19:30 – Primeiro convidado.

iii. 19:45 – Sgundo convidado.

iv. 20:00 – O orientador do dia (coordenador temporário).

v. 20:20 – O segundo mentor.

vi. 20:40 – O primeiro mentor.

vii. 21:00 – A escolha do próximo sermão.

viii. 21:15 – A energização coletiva com meloterapia.

ix. 21:30 – Oração final.

h) Dos participantes em qualquer atividade.

a. Faltar suas obrigações.

i. Por motivo de trabalho: sob avaliação do mentor.

ii. Por motivo de saúde: justificável.

iii. Por opção livre: comunicação verbal.

iv. Por opção livre, mas reincidente: comunicação escrita.

v. Por opção livre, já possuidor de uma advertência escrita: suspensão ou substituição nos trabalhos.

b. Agir de forma a provocar embaraços ou dificuldades no bom andamento da Escola.

i. Censura pessoal (na primeira vez)

ii. Censura escrita (na segunda vez)

iii. Censura pública (na terceira vez)

iv. Suspensão da atividade (na quarta vez)

Nota: Em caso de máxima gravidade, digo, questionar ou provocar dúvidas quanto ao objetivo da Escola acarretará em suspensão automática.

Art 12 – Reunião de Filosofia Espiritualista.

a) Obrigatória para os participantes da Escola, porém, em casos em que o integrante já participe da Quinta-feira e não ter compromissos superiores com a mesma, torna-se para esta uma reunião opcional.

b) Reunião obrigatória para mentores, atendentes de mesa, conselheiros, diretores, membros do grupo de resgate, vice-diretores e grupo de energização.

c) Tem como principio maior unir todas as correntes crentes em amar a Deus acima de todas as coisas e ao próximo como a si mesmo.

d) Trazer maior cultura e esclarecimento sobre filosofia na Terra através de:

i. Palestra;

ii. Debates;

iii. Etc.

e) Promover uma interação entre as muitas formas de pensar que circulam no seio da escola.

f) Programação anual.

i. Primeiro Trimestre – Janeiro / Fevereiro / Março.

A Família: Divina

Humana

Residencial.

Observação: O objetivo é o estudo do princípio familiar.

ii. Segundo Trimestre – Abril / Maio / Junho.

A Filosofia Cristã: Benevolência

Indulgência

Perdão.

Observação: O objetivo é o estudo do cristianismo.

iii. Terceiro Trimestre – Julho / Agosto / setembro.

A Filosofia Esotérica: Oriental

Ocidental

Mundial.

Observação: O objetivo é o conhecimento do cosmo universal.

iv. Quarto Trimestre – Outubro / Novembro / Dezembro

A Filosofia do Amor: Teologia

Teosofia

Ascensão.

Observação: O objetivo é saber e viver o que se sabe.

g) Programação Semanal.

19:15h – Introdução ao dia-a-dia na Escola.

19:20h – Meloterapia ou filosofia cósmica.

19:30h – Saudação.

19:45h – Departamentos.

20:00h – Tema do dia.

21:15h – Avaliação do mentor.

21:30h – Meloterapia ou filosofia cósmica.


Capítulo IV

Das Aulas

• Ocultismo – Cursos

• Alto Saber – Ensino dos pensadores.

Art 13 – Ocultismo

Numa busca de manter o Provérbio da Escola:

“A grandeza de Deus está nas coisas encobertas, mas as dos homens em descobri-las.” (Pr. 25,2)

Promover vários cursos na sala do ocultismo:

a) Tarô (Filosofia, mitologia)

b) Hermética (Iniciação a filosofia espiritualista)

c) Cultura esotérica (Caminhos da Luz)

d) Cultura de formação(Domingo de alegria)

a) Programação Anual

i. Tarô – Agosto / Setembro / Outubro / Novembro / Dezembro

ii. Hermética – Janeiro / Fevereiro / Março / Abril / Maio / Junho / Julho

iii. Cultura esotérica – Nove domingos do ano buscando a luz interior.

iv. Cultura de formação – três domingos do ano buscando a alegria de viver.

b) Programação das atividades

a) Tarô – O livro de iniciação – A chave Oculta da Realidade e o Livro Mitologia Grega.

b) Hermética – O livro da iniciação a filosofia espiritualista.

c) Esoterismo – O lado exotérico dos caminhos da luz.

d) Formação – O lazer, a amizade, o relaxamento.

Art 14 – Alto Saber

Uma busca de manter o amor pelo conhecimento: Filo – amantes, Sofia – saber.

Promover estudos sobre:

- Em busca da verdade.

- O nascimento da sabedoria.

a) Em busca da verdade – Estudar todos os pensadores que acreditavam ou discutiam a existência de Deus – Único e uno. Período previsto: De Janeiro a Agosto.

b) O nascimento da sabedoria – Estudar os graus da iniciação a sabedoria:

i. O grau do louco ou inconsciente.

ii. O grau do iniciado.

iii. O grau do companheiro

iv. O grau do mestre

Período: Setembro a Dezembro.

Dias: Segunda-feira das 20:00 às 22:00 horas.


Capítulo V

Art 15 – O Grupo de Resgate

1. Energizadores – Grupo que trabalha o conhecimento dos passes espirituais e aplicação em processos de cura.

2. Evangelizadores – Grupo que visita as pessoas que não podem vir a Escola e orienta-os com relação ao ambiente e individualidade.

Energizadores – A pessoa que trabalha na mesa de passes/energização.

1. Manter disciplina total na conduta moral

2. Participa de cursos e estudos sobre passes e mediunidade.

3. Não deve no dia do trabalho esta irritada ou insegura.

4. Não deve intervir na orientação da mesa de atendimento criando novas formas de receituário.

5. Está fisicamente bem. Dor de cabeça ou qualquer outro estado doente é motivo para ser substituído.

6. Não deve se vestir de forma a despertar outros interesses que não seja receber a graça da caridade espiritual.

Observação: Se o assistido estiver de forma incorreta em vestuário, comportamento ou estado mental à energização será feito a distancia sem a participação direta do doente.

7. Orar e solicitar auxílio, sempre.

8. Ser obediente a autoridade coordenadora dos trabalhos.

Observação: se o assistido estiver de forma incorreta em vestuário, comportamento ou estado mental a energização será feita a distância sem a participação direta do doente.

Art 16 – Evangelizadores

Resgate nos lares exige rígida conduta cristã.

a) Levar apenas roupa e livros espíritas ou cristãos.

b) Ao chegar ao local, falar ou pensar a frase: “Que a paz esteja com todos nesta casa ou lar.”

c) Formar, sentados ou em pé, um circulo de oração e seguir a seqüência:

i. Iniciar como Pai Nosso;

ii. Afirmar o que é o resgate;

iii. Ler uma narrativa evangélica;

iv. Pedir para os participantes da casa e os próprios membros do resgate relate uma passagem do evangelho para ser comentado pelo mentor;

v. Cantar uma canção de fé;

vi. Abrir espaço par ao perdão e a reconciliação.

vii. Abrir espaço para uma palavra de amor em nome de Jesus.

viii. Unir num abraço os membros daquele lar e clamar por Jesus.

ix. Orientar para que todo mês, aquela família promova um momento de louvor a Deus.

d) Será considerado falta grave o não comparecimento a um resgate sem justificativa satisfatória.

e) O grupo de resgate será composto por cinco membros, incluindo o mentor.

Nota: Criar constrangimento para a Escola com uma má conduta durante o resgate será motivo de censura e até suspensão da atividade.


Capítulo VI

Art 16 – Biblioteca.

Os livros da biblioteca podem e devem ser objetos de uso público para os membros da Escola, porém deverão ser respeitadas as seguintes premissas:

• Prazo de 15(quinze) dias para leitura.

• Devolução no fim do prazo.

• Promover campanhas para recolher os livros espiritualistas.

A não devolução do livro é um erro que merece censura e pode chegar até a cobrança em público.


Capítulo VII

Art 17 – O patrimônio.

Quebrar ou desvalorizar um dos bens da escola é motivo de censura individual. 9


Capítulo VIII

Art 18 – Jornal / Informativo.

1. Manter informado todos os membros da Escola sobre as atividades gerais.

2. Tem uma infra-estrutura.

3. Possui as seguintes colunas:

i. Religião.

ii. Espiritualismo

iii. Filosofia

iv. Aplausos

v. Dia-a-dia

vi. Aniversariantes

vii. Momento poético

viii. Mensagens

ix. Palavras de fogo

x. Oração

Recursos humanos do informativo:

1. Editor (mentor religioso)

2. Coordenador

3. colunistas


Capítulo IX

Art 19 – Da filantropia.

O departamento de filantropia tem a missão de plantar a caridade no seio da Escola. Cestas básicas e cursos de apoio a família carente são as atividades básicas do departamento.

a) O departamento promove doação de cestas-básicas par a35 famílias.

b) O departamento promove curso para as famílias carentes com o objetivo de dar condições para sustentação da cesta-básica, com o trabalho ensinado durante o período da entrega das cestas, que é de 01(um) ano. Logo após o término do tempo do projeto para a família.

c) Tem o departamento: 01(um) diretor geral, 01(um) diretor de cursos e membros operacionais.


Capítulo X

Art 20 – Do departamento de incentivo ao mundo infantil.

O departamento foi criado para abrir condições profissionais para jovens adolescentes na faixa etária de 08(oito) a 14(quatorze) anos.

Cursos:

• Eletricistas

• Artes em madeira

• Artesanato

Pintura

• Artes teatrais

• Outros.

Terá este departamento um vinculo com uma ou mais empresas que patrocinam o pagamento dos professores e do material necessário.

Os cursos terá a seguinte estrutura:

1. Diretor.

2. Membros.

3. Professores.

Poderá ter parceria com outras entidades, com a finalidade de conquistar condições para efetuar projetos.


Capítulo XI

Art 21 – Do conselho.

• O conselho do grupo é formado por pessoas que junto aos mentores e diretores, fiscalizarão e ajudaram na execução das diretrizes da Escola.

• O conselho se reunirá na primeira Terça-feira de cada mês, para avaliação da Escola.

• Três faltas consecutivas sem justificativas aceitáveis, levarão o membro do conselho ao afastamento do seu direito de conselheiro.


Capítulo XII

Resiliência Espiritual

resilienciaPrezados!

Estamos retomando os serviços on-line com toda força, embora ainda em recuperação do conteúdo. Como já nos é habitual todo novo obstáculo sempre servirá como catalizador para nosso avanço. Melhoramos conforme a resistência que nos fortalece a mente e equilibra o coração, pois que assim é a vida, sempre nos fazendo deparar-se com novos desafios que tendem a nos tirar do eixo, mas que ao fim se prova como algo útil para nossa alma sedenta de saber e paz! Sabedoria para melhor superar tudo o aquilo que tenta nos deter, paz para escolher com harmonia e sensatez. Enfim, devemos a tudo ver, ouvir e refletir para então guardar o que for bom.

A parte com as fotos dos eventos, está sendo revista para remover as imagens duplicadas e melhorar a classificação dos eventos e imagens, mas em breve estará no ar também.

A resiliência é um conceito psicológico emprestado da química, definido como a capacidade de o indivíduo lidar com problemas, superar obstáculos ou resistir à pressão de situações adversas - choque, estresse etc. - sem entrar em surto psicológico.

 Por Adriano.

Filosofia Hermética

hermetica egito

Neste artigo disponibilizamos uma compilação em PDF com a história de Hermes Trimigistus e Poemander, conceitos e a história do Tarô, dentre outros assuntos ligados ao hermétismo. Neste capítulo a mística e o fascínio exercido pelo mundo faraônico irão guiar nossos passos. Como você poderá perceber, os assuntos estarão dispostos em um único livro contento todos os assuntos relacionados acima, para facilitar a pesquisa e o estudo dos mesmos. Clique na imagem para abrir o pdf e boa leitura.

Para baixar este trabalho exclusivo da EFE clique ao lado: FILOSOFIA HERMÉTICA.PDF

 Abaixo trecho dos Escritos de Poemander:

“Certa vez, quando eu tinha começado a pensar nas coisas que são e meus pensamentos haviam se alçado em elevados vôos, enquanto meus sentidos físicos estavam inibidos pelo sono, pareceu-me que veio a mim um ser de ilimitada magnitude que me disse:

- Que desejas ouvir, ver, aprender e vir a conhecer por meu intermédio?

- Quem és? – perguntei

- Eu - disse ele - Eu Sou POEMANDER, a mente de Poder Supremo!

- Eu gostaria de aprender as coisas que são e compreender sua natureza e obter o conhecimento de DEUS.

- Mantêm em mente tudo o que desejas aprender e eu te ensinarei. (...)

Filosofia Clássica

escola atenas rafael

Abaixo temos um artigo que resume bem a Filosofia Clássica. Mas neste link todos poderão baixar o e-book exclusivo, construido pela Escola de Filsofia que reune os principais pensadores que nos ajudam a compreender o desenvolvimento do pensamento espiritualista ocidental. O encontrar célebres pensadores gregos que formataram o pensamento ocidental com suas idéias e filosofias: Os Jônios | Pitágoras | Sócrates | Platão | Neoplatônicos | Plotino Escolas Socráticas | Helenismo. Começando pelo Mundo Antigo e adentrando na Idade Média poderemos contemplar os pensamentos, doutrinas e sistemas filosóficos que fundamentaram o pensamento do mundo ocidental. Acima vocês poderão entrever os inúmeros pensadores que poderão ser lidos e estudados no pdf disponibilizado.

Para baixar o e-book exclusivo da EFE clique ao lado: FILOSOFIA CLÁSSICA.PDF

 

Abaixo, um resumo sobre Filosofia Clássica (não é o resumo do PDF):

A Filosofia clássica foi o berço de todas as ciências, onde o ser humano começou a cortar o laço com a mitologia comum, e a buscar respostas para as grandes questões da vida. Explicações "divinas" já não satisfaziam completamente as passoas que buscavam conhecimento principalmente por meio da Razão Humana. A palavra Filosofia ou [amor ao conhecimento] foi utilizada pela primeira vez pelo pré-socrático Pitágoras por volta do século VI aC quando se inicia a necessidade do homem de buscar o conhecimento por meio da razão. Os Filósofos da época se situaram em um quadro social e cultural, que durou cerca de mil anos e que constitui a época antiga, terminada no ano de 476 dC, quando caiu o Império Romano em mãos das novas nações do Ocidente.


A Filosofia Clássica começa no século VI aC. e se estende até o início da era cristã. É dividida nos seguintes períodos:
 
Período Pré - Socratico / Período Sócratico / Período Pós - Sócraticos. 
 
1) Periodo Pré - Sócratico 
 
Sub Divisão em Escolas.
 
a) Escola Jônica.

A escola Jônica originou-se na cidade de Mileto, na costa da Ásia Menor, que, por ser um centro mercantil, estava em contato constante com as antigas civilizações orientais. Mileto, Berço da Filosofia - Tudo começou na Ásia Menor, na parte então ocupada pelos gregos, quando ali prosperava uma federação de 12 cidades jônicas, entre as quais Mileto, a que se situava mais ao sul, em uma baía de fácil acesso. Inicialmente, a partir do séc. VIII a.e.c era Mileto a mais próspera das mencionadas cidades. Era ainda uma cidade grega independente, quando nela se celebrizou Tales, como primeiro filósofo. Continuava ainda independente, no curso da vida de seus sucessores Anaximandro e Anaxímenes, e escrevem os historiadores Cadmo e Hecateo.

Bibliografia: 
Bio. de Tales de Mileto / Escola Jônica/ PDF - Clique Aqui para Baixar. 
Bio. de Anaximandro de Mileto / Escola Jônica / PDF - Clique Aqui para Baixar.  
Bio. de Anaxímenes de Mileto / Escola Jônica / PDF - Clique Aqui para Baixar.   
Bio. de Héraclito de Éfeso / Escola Jônica / PDF - Clique Aqui para Baixar.  
Bio. de Anaxágoras Clazomene / Escola Jônica / PDF - Clique Aqui para Baixar.  
Bio. de Empédocles de Agrigento / Escola Jônica / PDF - Clique Aqui para Baixar. 
 
 
b) Escola Itálica.
 
Depois da escola jônica, fundada por Tales de Mileto 624 - 546 a.e.c., a qual dera origem à filosofia grega, segue cronologicamente, pela ordem de antiguidade, a escola Itálica ou pitagórica, fundada por Pitágoras de Samos 570-496 a.e.c. A escola se diz pitagórica, no sentido de que foi fundada por Pitágoras, mas também se fez conhecida como escola itálica, porque surgida na Itália.

 
Bio. de Pitágoras de Samos / Escola Itálica / PDF - Clique Aqui para Baixar
 
 
c) Escola Eleática. 
 
Eleia, - hoje Castellmare, numa pequena baía da Itália, que tem ao fundo as montanhas calabresas, não longe de Nápoles, - foi centro de um significativo movimento filosófico já no período pré-socrático da filosofia grega. Seu primeiro filósofo foi Xenófanes de Colófon 570 - 475 a.e.c., vindo da Jônia. Assim sendo, está na origem da escola de Eleia. Nascidos já na mesma Eleia, foram seus dois mais notáveis representantes: Parmênides e Zenão. Ao grupo, já como um dos seus epígonos, pertenceu ainda Melisso de Samos.  
 
Bibliografia:
Bio. de Xenófanes de Colofon / Escola Eleática / PDF - Clique Aqui para Baixar. 
Bio. de Parnâmenides de Éleia / Escola Eleática / PDF - Clique Aqui para Baixar. 
Bio. de Zenão de Eléia / Escola Eleática / PDF - Clique Aqui para Baixar. 
Bio. de Melisso de Samos / Escola Eleática / PDF - Clique Aqui para Baixar.
 
 
d) Escola Atomista.
 
A importância dos atomistas se encontra no fato de haverem estes filósofos da Grécia clássica se antecipado em vários pontos às teorias atômicas modernas. Ainda outras idéias tem apresentado a escola, porquanto alguns dos seus representantes foram de vasto saber. A escola atomista é representada por Leucipo (nascido entre 490 e 460a.e.c falecido c. 420 a.e.c.) e Demócrito ( 460-370 a.e.c -.370 a.e.c.).

 
Bio. de Arquíloco / Escola Atomista / PDF - Clique Aqui para Baixar.
 
Bio. de Leucipo de Abdéra / Escola Atomista / PDF - Clique Aqui para Baixar.
 
Bio. de Demócrito de Abdera / Escola Atomista / PDF - Clique Aqui para Baixar.
 

 

2) Período Socrático.
 
 
Período socrático ou antropológico, do final do século V e todo o século IV a.C., quando a Filosofia investiga as questões humanas, isto é, a ética, a política e as técnicas (em grego, ântropos quer dizer homem; por isso o período recebeu o nome de antropológico). Tem referência na Grécia clássica, nos séculos V e IV antes de Cristo, quando a democracia se desenvolve, a vida intelectual e artística entra no apogeu e Atenas domina a Grécia com seu império comercial e militar. Os séculos V e IV a.C. na Grécia Antiga foram de grande desenvolvimento cultural e científico. O esplendor de cidades como Atenas, e seu sistema político democrático, proporcionou o terreno propício para o desenvolvimento do pensamento. É a época dos sofistas e do grande pensador Sócrates. Os sofistas, entre eles Górgias, Leontinos e Abdera, defendiam uma educação, cujo objetivo máximo seria a formação de um cidadão pleno, preparado para atuar politicamente para o crescimento da cidade. Dentro desta proposta pedagógica, os jovens deveriam ser preparados para falar bem (retórica), pensar e manifestar suas qualidades artísticas. Sócrates começa a pensar e refletir sobre o homem, buscando entender o funcionamento do Universo dentro de uma concepção científica. Para ele, a verdade está ligada ao bem moral do ser humano. Ele não deixou textos ou outros documentos, desta forma, só podemos conhecer as ideias de Sócrates através dos relatos deixados por Platão. Platão foi discípulo de Sócrates e defendia que as ideias formavam o foco do conhecimento intelectual. Os pensadores teriam a função de entender o mundo da realidade, separando-o das aparências. Outro grande sábio desta época foi Aristóteles que desenvolveu os estudos de Platão e Sócrates. Foi Aristóteles quem desenvolveu a lógica dedutiva clássica, como forma de chegar ao conhecimento científico. A sistematização e os métodos devem ser desenvolvidos para se chegar ao conhecimento pretendido, partindo sempre dos conceitos gerais para os específicos. 
 
Bio. de Protágoras de Abdera / Per. Socrático / PDF - Clique Aqui para Baixar. 
Bio. de Górgias de Leontinos / Per. Socrático / PDF - Clique Aqui para Baixar.
Bio. de Pródico de Céus / Per. Socrático / PDF - Clique Aqui para Baixar.
Bio. de Hípias de Élida  / Per. Socrático / PDF - Clique Aqui para Baixar.
 
3) Período Pós-Socráticos.
 
O período helenístico foi o último período da filosofia grega antiga, marcada pela expansão do pensamento ocidental para diversas regiões da Europa. Nesse período, as cidades gregas não mais existiam como centros políticos, pois os filósofos acreditavam que o mundo em si representava a cidade e que eles eram cidadãos do mundo. Também conhecido como Filosofia Cosmopolita, esse período desprezava as fronteiras geográficas impostas pelas sociedades com o intuito de expandir o pensamento filosófico. Acreditavam que apesar das fronteiras, os seres humanos eram todos componentes de uma única nação, estando ou não em territórios geográficos diferentes. Nesse período ficaram conhecidos quatro sistemas filosóficos que influenciaram o pensamento cristão durante muitos séculos: o estoicismo, o epicurismo, o ceticismo e neoplatonismo. A miscigenação entre a cultura ocidental e oriental fez com que a filosofia fosse acrescida com aspectos místicos e religiosos. Ceticismo: de acordo com os pensadores céticos, a dúvida deve estar sempre presente, pois o ser humano não consegue conhecer nada de forma exata e segura. Ao eliminar o dogmatismo e suspender as crenças, o ceticismo anula igualmente a noção de Bem e Mal e, junto com ela, todas as oposições, desnudando-lhes o caráter relativo. Exemplo: esquerda e direita em relação a quê?  Epicurismo: os epicuristas, seguidores do pensador Epicuro, defendiam que o bem era originário da prática da virtude. O corpo e a alma não deveriam sofrer para chegar ao prazer. Epicuro representa um esforço para libertar a alma humana de equívocos ou de crenças sem fundamentos. A filosofia, para Epicuro, deveria servir ao homem como instrumento de libertação e como via de acesso à verdadeira felicidade. A felicidade consiste na serenidade de espírito. Fruto da consciência de que é ao homem que compete conseguir o domínio de si mesmo. Estoicismo: os sábios estóicos como, por exemplo Marco Aurélio e Sêneca, defendiam a razão a qualquer preço. Os fenômenos exteriores a vida deviam ser deixados de lado, como a emoção, o prazer e o sofrimento. O estoicismo grego propõe uma imagem do universo segundo a qual tudo o que é corpóreo é semelhante a um ser vivo, no qual existiria um sopro vital (alma ou pneuma), cuja tensão explicaria a junção e interdependência das partes. No seu conjunto, o universo seria igualmente um corpo vivo provido de um sopro ígneo (sua alma), que reteria as partes e garantiria a coesão do todo. Essa alma é identificada, por Zenão, como razão, e assim o mundo seria inteiramente racional. A Razão Universal (Logos), que tudo penetra e comanda, tende a eliminar todo tipo de irracionalidade, tanto na natureza, quanto na conduta humana, não havendo lugar no universo para o acaso ou a desordem Neoplatonismo: O neoplatonismo constituiu a mais perfeita manifestação de sincretismo religioso (fusão entre duas ou mais crenças). O neoplatonismo julga poder superar, completar, integrar a filosofia mediante a religião. Enquanto o racionalismo grego fornece a forma, o misticismo oriental o conteúdo. Teve em Plotino (204-270) seu principal representante. Para o neoplatonismo todos os seres resultariam de sucessivas emanações do Um, do divino, transcendente e inefável, atingido apenas pelo êxtase contemplativo (transe) que é superior à filosofia . Postado por Adriana Campos.
 
 
Bibliografia:
Bio. de Pirro de Élis / Per. Pós-Socrático / PDF - Clique para Baixar.
Bio. de Epícuro de Samos / Per. Pós-Socrático / PDF - Clique para Baixar.
Bio. de Lucrécio  / Per. Pós-Socrático / PDF - Clique para Baixar.
Bio. de Marco Aurélio / Per. Pós-Socrático / PDF - Clique para Baixar.
Bio. de Fílon de Alexand. / Per. Pós-Socrático / PDF - Clique para Baixar.
Bio. de Plotino / Per. Pós-Socrático / PDF - Clique Aqui para Baixar
 
Enviado por Adriano.

Filosofia Religiosa

filosofia religiosa

Quais idéias permeavam a cabeça de pessoas como Gandhi, Allan Kardec, Jesus? A expressão mais atual da religiosidade de nossos tempos e os mais belos expoentes deste diversos movimentos estão permeados de pensamentos filosóficos de grande profundidade e pureza. Neste arquivo em pdf foi analisado a razão por trás da fé.

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Trecho: A IDÉIA ESPIRITUALISTA

"Em 1900 os ingleses (5.000 funcionários) eram responsáveis pelo controle de 300 milhões de indianos, Gandhi chegou a questionar a própria existência de Deus. Cresceu nele a busca por um código moral enraizado na verdade. Gandhi um dia najuventude roubou um pouco de ouro da casa do seu pai. Envergonhado, escreveu uma confissão e entregou-a ao pai. Ao lê-la, o pai chorou e depois abraçou o filho. Um arrependimento autêntico sem fingimento, tinha a força de inspirar a regeneração. Daí surgiu nele a crença na Filosofia da Não-violência." (...) Clique na imagem para abrir o arquivo em pdf e boa leitura.

 

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